Medicina: ainda o sentir

O exercício da medicina precisa de sentimento. Ele precisa de envolvimento emocional. Quem compôs uma grande obra, como a ‘9ª Sinfonia’, obra de Mozart, eles têm de ter um grande sentimento.

Afirma para o Jornal Bom Dia Brasil de hoje o médico José Ribamar, cirurgião-geral no Rio de Janeiro há 48 anos, que procura alimento e inspiração fora da medicina. Ele diz sempre ouvir música depois de um dia de trabalho.

Continua em O sentir.

Papel

Papel – 1) Pasta de matéria fibrosa de origem vegetal, refinada e, quando necessário, branqueada, contendo cola, carga e, às vezes, corantes, a qual se reduz, manual e mecanicamente, a folhas secas finas e flexíveis, bobinadas e resmadas, usadas para escrever, imprimir, desenhar, embrulhar, limpar e construir. 2) A personagem representada por um ator. 3) Desempenho, função. 4) Papel de imprensa: papel de jornal, papel de impressão. 5) Papel de jornal: papel de impressão, pouco encolado e com alta percentagem de pasta mecância, adequado ao custo e à rapidez de impressão de jornais. 5) Papel de impressão: qualquer dos numerosos papéis destinados à produção de livros, revistas e impressos em geral. (Adaptado do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa)

Papel – Século XIV. No século XV, papell. Do catalão paper, deriva do latim papyrus e, este, do grego pápyros. (Adaptado do Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa)

Papyrus – Papiro, arbusto do Egito, de cuja entrecasca faziam papel, estofo, velas de navio, cordas e outros artefatos. Folha de escrever, página, papel, escrito, manuscrito, livro. (Adaptado do Dicionário Latino-Português)

Papel – Aparece em cobertura, brancura, evidência, escrita, livro, drama, trabalho, plano, insignificância, conduta e fiança. (Adaptado do Dicionário Analógico da Língua Portuguesa)

Papel – O simbolismo corrente do papel está ligado ou à escrita que ele recebe ou à fragilidade de sua textura (papel enrugado, papel molhado). Portador de imagens, ele é o substituto frágil da realidade. (Adaptado do Dicionário de Símbolos)


Visões do estudo desinteressado

¿  O estudo pode ser desinteressado.
¿  O estudo desinteressado não volta atrás – ele segue apesar dos obstáculos.
¿ O estudo desinteressado não volta atrás – o que dele se aprende não pode ser esquecido.
¿  O estudo desinteressado conduz à sabedoria.
¿  A sabedoria conduz à compreensão.
¿  O julgamento tem por antecedentes o estudo, a sabedoria e a compreensão.